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Alta das internações por doenças respiratórias em Minas Gerais reforça a importância de um plano de saúde familiar

  • marcia138
  • 18 de jun.
  • 5 min de leitura

Com milhares de internações por SRAG em 2026, acesso rápido a consultas, exames e atendimento de urgência faz diferença para crianças, idosos e toda a família


O inverno de 2026 trouxe um alerta importante para as famílias mineiras. O aumento da circulação de vírus respiratórios tem provocado crescimento expressivo das internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), condição que reúne os casos mais severos de doenças causadas por Influenza, Vírus Sincicial Respiratório (VSR), Covid-19 e outros agentes respiratórios.

Segundo o Informe Situacional Semanal SRAG nº 13, divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) em 11 de junho de 2026, o estado já havia registrado:


Panorama da SRAG em Minas Gerais (dados acumulados de 2026)

16.429 notificações de SRAG com hospitalização

704 óbitos registrados

Incidência de 79,99 casos para cada 100 mil habitantes

Taxa de letalidade de 4,29%


Fonte: Informe Situacional Semanal SRAG nº 13 – SES-MG – Publicado em 11/06/2026. Disponível em: https://www.saude.mg.gov.br/categoria/documentos/informes-srag-2026/

Os dados mostram que Minas Gerais atravessa um período de forte pressão sobre sua rede assistencial, situação típica dos meses de outono e inverno, mas que em 2026 se apresentou de forma mais intensa em diversas regiões do estado.


Quais vírus estão provocando mais internações?


O mesmo boletim estadual aponta que os principais agentes associados aos casos graves de SRAG são atualmente a Influenza e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR).


Influenza (gripe)

1.665 casos de SRAG

99 óbitos

Letalidade de 5,95%

Vírus Sincicial Respiratório (VSR)

1.356 casos de SRAG

9 óbitos

Covid-19

423 casos de SRAG

58 óbitos

Fonte: SES-MG – Informe Situacional SRAG nº 13 – 11/06/2026.


Os números evidenciam que, embora a Covid-19 continue sendo monitorada, a gripe e o VSR voltaram a ocupar papel central nas internações respiratórias graves observadas em Minas Gerais.


Belo Horizonte decretou situação de emergência em saúde


O impacto do aumento das doenças respiratórias levou a Prefeitura de Belo Horizonte a decretar situação de emergência em saúde pública.

De acordo com comunicado oficial publicado pela PBH em 10 de abril de 2026, a rede municipal já havia registrado:


Pressão sobre a rede de atendimento da capital

Cerca de 112 mil atendimentos relacionados a sintomas respiratórios

Mais de 3.700 solicitações de internação

• Crescimento contínuo da procura por atendimento em Centros de Saúde e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs)

Fonte: Prefeitura de Belo Horizonte – "Belo Horizonte decreta situação de emergência e amplia preparação da rede para doenças respiratórias" – Publicado em 10/04/2026. Disponível em: https://prefeitura.pbh.gov.br/noticias/belo-horizonte-decreta-situacao-de-emergencia-e-amplia-preparacao-da-rede-para-doencas


A própria Secretaria Municipal de Saúde destacou que a medida foi adotada para permitir ampliação da capacidade de resposta do sistema de saúde, contratação de profissionais e expansão de serviços assistenciais.


Região Metropolitana também registrou crescimento dos casos

O fenômeno não ficou restrito à capital.

Dados divulgados pela SES-MG e reportados em abril de 2026 mostraram que cidades da Região Metropolitana, como Contagem, Ribeirão das Neves e Pedro Leopoldo, também decretaram situação de emergência em decorrência do aumento das doenças respiratórias.

Esse cenário demonstra que o aumento da SRAG não é um problema isolado, mas um desafio regional que impacta simultaneamente hospitais públicos, unidades de pronto atendimento, clínicas e serviços privados de saúde.


Crianças pequenas estão entre os grupos mais vulneráveis

Os boletins do sistema InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), têm apontado que o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) continua sendo um dos principais responsáveis pelas hospitalizações infantis no país.

O VSR afeta principalmente:

• Bebês

• Crianças menores de 2 anos

• Prematuros

• Crianças com doenças pulmonares ou cardíacas

A evolução pode ser rápida, levando a:

• Bronquiolite

• Pneumonia

• Necessidade de oxigenoterapia

• Internação hospitalar

• Internação em UTI pediátrica nos casos mais graves

O crescimento das internações pediátricas levou municípios mineiros a ampliarem leitos específicos para crianças durante o período sazonal.


Idosos concentram os maiores riscos de complicações

Entre os idosos, o cenário é ainda mais preocupante.

Pessoas acima de 60 anos apresentam maior risco de evolução para:


• Pneumonia

• Insuficiência respiratória

• Necessidade de ventilação mecânica

• Internação em UTI

• Óbito


Esse risco é potencializado pela presença de doenças crônicas como hipertensão, diabetes, cardiopatias e doenças pulmonares.

A própria Prefeitura de Belo Horizonte informou que uma parcela significativa das solicitações de internação registradas em 2026 envolvia pacientes idosos, grupo considerado prioritário para vacinação e monitoramento contínuo.


Quando o diagnóstico é rápido, as chances de recuperação aumentam

Um dos principais aprendizados observados pelos especialistas em saúde pública durante os períodos de alta circulação viral é que o tempo de resposta faz diferença.

O acesso rápido a:


• Consultas médicas

• Pediatras

• Clínicos gerais

• Pneumologistas

• Geriatras

• Exames laboratoriais

• Radiografias

• Tomografias

• Testes diagnósticos

Permite identificar precocemente complicações respiratórias e iniciar o tratamento adequado antes que o quadro evolua para formas mais graves.


O papel do plano de saúde na proteção da família

Quando ocorre um aumento expressivo das doenças respiratórias, como o observado atualmente em Minas Gerais, a busca por atendimento cresce simultaneamente em toda a rede de saúde.

Nesses momentos, ter acesso organizado e contínuo aos serviços médicos torna-se ainda mais importante.

Um plano de saúde familiar com cobertura adequada oferece suporte para:


Coberturas fundamentais em períodos de alta circulação viral

• Consultas eletivas

• Atendimento pediátrico

• Atendimento geriátrico

• Pronto-atendimento

• Urgência e emergência 24 horas

• Exames laboratoriais

• Radiografia

• Tomografia computadorizada

• Internações clínicas

• Internações cirúrgicas

• Leitos de terapia intensiva (UTI)

• Rede hospitalar qualificada

Mais do que garantir assistência em situações críticas, o plano também contribui para ações preventivas que reduzem riscos e promovem acompanhamento contínuo da saúde.


O compromisso da Gestos Intersaúde com a saúde das famílias

Diante de um cenário que já ultrapassa 16 mil internações por SRAG em Minas Gerais em 2026, a Gestos Intersaúde reafirma seu compromisso permanente com a promoção da saúde, a prevenção de doenças e o acesso qualificado à assistência médica.

Como corretora especializada em soluções de saúde, a Gestos Intersaúde atua diariamente ao lado de clientes, empresas, sindicatos, entidades e operadoras para identificar alternativas que combinem qualidade assistencial, ampla cobertura e sustentabilidade financeira.

Esse trabalho envolve relacionamento constante com operadoras e parceiros estratégicos, acompanhamento das necessidades dos beneficiários e busca permanente por redes credenciadas capazes de oferecer atendimento cada vez mais eficiente e abrangente.

Nos períodos de maior demanda por serviços médicos, como ocorre durante a sazonalidade das doenças respiratórias, essa atuação torna-se ainda mais relevante, contribuindo para que famílias tenham acesso a consultas, exames, hospitais e especialistas quando mais precisam.

A saúde é um patrimônio que exige cuidado contínuo. E, diante dos desafios impostos pelo atual aumento das doenças respiratórias em Minas Gerais, investir em proteção, prevenção e acesso à assistência médica representa uma decisão estratégica para garantir segurança, tranquilidade e qualidade de vida para toda a família.

 
 
 

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